A nossa Carminho foi revelada! Este ano foi Mimo e o ano passado andou a limpar a escola! O que não falta são brincadeiras de Carnaval nesta cabecinha criativa!!! Não há dúvida que o seu sorriso é revelador da pessoa doce que é."Diz-me e eu esquecerei. Ensina-me e eu lembrar-me-ei. Envolve-me e eu aprenderei!"
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
A última grande revelação
A nossa Carminho foi revelada! Este ano foi Mimo e o ano passado andou a limpar a escola! O que não falta são brincadeiras de Carnaval nesta cabecinha criativa!!! Não há dúvida que o seu sorriso é revelador da pessoa doce que é.segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Vamos brincar ao Carnaval?
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
O desafio mais difícil....
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Ora pois a nossa Teresa
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Vamos brincar ao Carnaval?
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Crónicas de uma infância feliz
Dado que o passatempo anterior "Quem conta um conto...acrescenta um ponto" não reuniu suficientes participações, optámos por dá-lo como findo e virar a página, agradecendo profundamente aos poucos, mas bons, que lhe dedicaram tempo e promoveram grandes sorrisos na publicação dos seus contos. Muitas ideias vieram para cima da mesa, porém apenas uma parece ter conquistado a unanimidade - Crónicas de Uma Infância Feliz - é o nome da nova "rubrica" na nossa blogosfera. Assim, deixa de existir o carácter de passatempo e a pontualidade das participações, surgindo agora um espaço aberto à recepção e divulgação das histórias pessoais dos "tempos que já lá vão".
A nossa infância foi preenchida de diversas histórias e momentos, dignos de um Festival de Cannes, abrangendo as mais diversas categorias desde o Drama, o Romance, a Ficção Cientifica e, claro, a Comédia. Certamente fomos protagonistas, realizadores e argumentistas de histórias que merecem a pena ser contadas e partilhadas, em cada uma haverá certamente muito dos adultos que somos e algo dos filhos que temos.
Desejamos acima de tudo que se divirtam a escrever, a ler, a imaginar e/ou a recordar de sorriso terno no rosto os momentos que fazem parte da nossa história e que o passar dos anos não apaga, porém, enriquece e torna mágico.
Nesta nossa "rubrica" vale um pouco de tudo, escrevam, desenhem, comentem e/ou partilhem fotos...encontrem a melhor forma de dar a conhecer situações e curiosidades dos vossos momentos áureos.

À medida que formos recebendo os email's vamos elegendo e publicando as melhores histórias, acreditamos que haverá espaço e oportunidade para todas. A "rubrica" é aberta a todos...incluindo equipa.
Contamos com a vossa participação!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Passatempos de Natal
Aproveitamos para lançar novo desafio para esta semana: que tal uma deliciosa receita de Natal?
Cada participante poderá trazer um prato típico de Natal (doce ou outro) para concorrer. Durante a semana o júri, terá gosto apurado e provará cada prato, deliberando na sexta-feira quem é o grande vencedor! Então aceitam o desafio?
sábado, 28 de novembro de 2009
Grande Concurso de Natal...
Achámos por bem agarrar no entusiasmo e diversão desta época festiva, bem como, no embalo dos cd's decorados e pôr um standby no passatempo das histórias e dedicar o mês de Dezembro a passatempos de Natal... que tal???!!!
Esta ideia brilhante surgiu depois de decidirmos que iríamos encenar um teatro para os nossos doces meninos para lhes apresentar nesta quadra especial. E que tal um conto de Natal??? Pareceu-nos grandioso mas bastante desafiador!!!
Desta grande ideia surgiram outras, uma delas foi esta mesma de solicitar a vossa inspiração e dom da escrita, para criarem e escreverem o tal conto de Natal para ser representado pelos elementos da equipa às nossas crianças.
Desta vez será mais especifico pois para além do conto queremos que desenhem na vossa cabeça quem serão as personagens, atribuam as mesmas aos oito elementos da equipa não só de acordo com o espírito de cada uma mas também aguçando os vossos sentidos e gargalhadas. Coloquem falas e momentos divertidos inspirados no Natal, e ajudem-nos a revelar a nossa faceta de actrizes.
Regulamento da Etapa nº1 deste Grande Concurso:
- Ser criativo;
- Escrever pensando nos mais pequenos;
- Usar piadas ou passagens engraçadas;
- Dar dicas de guarda-roupa e acessórios;
Observações: Este concurso terá várias etapas todas elas bastante originais e divertidas estejam atentos ao nosso blog pois podemos ter mais novidades a qualquer momento ...Quanto ao prémio prometemos também a originalidade, diversão e ..... ....... ...... e .... e .... algo se há-de arranjar a sério... a sério mesmo!!! Natal é Natal!!!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Quem escreve um conto, acrescenta ...
Depois de um século de histórias
Tenham sido boas ou más
Veio um outro século irmão
Onde histórias não terás!
Na verdade este século
Foi chamado de Sem Historia
Pois nele ainda não encontraram
Nem desgraça nem glória
O Sem História brinca ao tempo
Com o seu Relógio 100 Horas
Seu amigo o tempo todo
Um amigo sem demoras
Passe o tempo a correr
Passe o tempo devagar
A estes amigos isso não importa
Pois não há horas para contar.
O Sem História conta o tempo
De uma forma mais natural
4 Estações faz um ano
… é só mais um ano, afinal.
Mas certo dia o Sem História
Já no fim dos seus dias
Reparou num movimento
Que tu mesmo querendo não o vias.
Lá em baixo num reino
De uma terra distante
Passeava um quadrúpede e um cavaleiro
Tão triste e tão errante
Pobre cavaleiro que andas tu a fazer?
Pergunta o Sem História, sem tempo a perder.
Sou um triste cavaleiro
A quem a ganância tirou
Todo o bem deste mundo
E um vazio deixou
Lutei contra monstros e dragões
Fui cavaleiro valente
Derrubei Impérios e Batalhões
E como eu andava contente!
Mas num século em que tudo aconteceu
Não tive tempo para tudo ganhar
O meu cavalo, esse se perdeu
E nem as amizades consegui preservar.
E tu estranho animal!
Porque andas cabisbaixo?
A ti te vou contar,
Para tu outros ensinares,
Que não é bom tudo querer
Pois tudo se pode perder.
Quis eu lindas riscas em ouro
Pois as pretas não chegavam
Mas a ganância foi tanta
Que agora sou uma simples zebra branca.
Que levas ai no dorso?
Que trapo velho e rasgado!
Levo nossa tenda,
Velha!? Sim, e sem estacas
Mas é nosso abrigo
Quando o frio nos ataca.
Que tristes são as vossas histórias!
Como poderei eu ajudar?
Sou um Século que nem boas nem más,
Não tenho histórias para contar.
Mas se vocês assim quiserem
Uma ajuda vos posso dar.
No meu último dia de Século
Um arco-íris vai aparecer
E ao fundo dele um tesouro,
Vão vocês lá ver.
De tesouros no fartámos,
Não é isso que nos vai ajudar.
Queremos a pureza de ser
E de ter quem nos sabe amar.
Chegou o meu último dia!
Eu estou quase a acabar
Tenho de dar a outro Século
Este novo tempo, que já não é meu lugar
Vão amigos!
Vão ao fundo do arco-íris
Lá vos espera um grande tesouro
Não há ganância que o vença
Pois este vale mais que ouro.
A Zebra e o Cavaleiro
Partiram então para a sua viagem
A procura dessa ultima esperança
Nem que ela fosse uma miragem
Viram então um arco-íris
No seu eterno esplendor
Sete cores iluminadas
Com a luz do amor.
No fim do arco-íris
Estava o pote do Tesouro
Tal com disse o Sem História
Sem uma moeda de ouro
Quando lá chegaram
Perceberam finalmente
Que o que o Sem História lá deixou
Foi o maior presente.
A Amizade e o Amor!
Vitória, Vitória
Que venha um Século Sem História!
Parabéns à mãe Petra Barros que pela originalidade ganhou o passatempo esta semana!!! Não tarda nada chegarão mais pistas.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Quem escreve um conto, acrescenta ...
Esta ronda requer uma história...emocionante e cheia de aventura. Irá incluir:
- Um cavaleiro sem cavalo
- Uma zebra sem riscas
- Um tesouro sem ouro
- Um relógio sem tempo
- Uma tenda sem estacas
- Num século sem história
Correndo o risco de acharem que eu estou a precisar de férias e/ou de não ter participações, lanço-vos este novo desafio convicta de que sairão histórias magnificas de mentes igualmente brilhantes.
Vamos a isso...molhem e pena na tinta, coloquem a pala no olho e deixem-se levar...
Boa Sorte
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Quem escreve um conto, acrescenta ...
- Uma abóbora
- Um anão
- Uma bruxa
- Há muito, muito tempo...
- Num Castelo
- Um feitiço
- Um berimbau
Boa Sorte
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Quem escreve um conto, acrescenta ...
Afinal pais, tiveram medo? A inspiração não apareceu? A chuva tomou muito do vosso tempo? Ou afinal o passatempo apresentou-se mais difícil que o esperado e perderam o interesse?
Aqueles que pelas mais diversas razões não puderam participar contamos com as vossas palavras na próxima semana. Até lá deliciem-se...
Era uma vez uma menina que tinha uma imaginação muito, muito, mas mesmo muito grande. E sempre que imaginava uma coisa tudo em que pensava parecia ganhar vida. Ela via a mãe sempre vestida como um rainha, com cabelos dourados que chegavam ao chão e com a uma coroa que brilhava mais do que o Sol. O pai parecia um valente cavaleiro que usava uma armadura de prata toda fechada e que fazia muito barulho quando andava.
Isto era um problema muito grave para a menina, que todos os dias tropeçava nos cabelos da mãe e que tinha muitas saudades dos beijos do pai e da comichão que o bigode dele lhe fazia na cara. Mas o pior eram os monstros que a seguiam no caminho para a escola. Em vez dos colegas a correr de mochila às costas, a menina só via os monstros com que sonhava à noite.
Então um certo dia a menina decidiu ir ao médico para ver se ele a conseguia ajudar. Quando entrou viu um lobo muito velhinho que usava uma bata branca e tinha uns óculos sobre o nariz. O lobo disse para ela não se assustar e explicou-lhe que era um lobo médico e que ajudava as crianças. A menina explicou-lhe o seu problema e o lobo ficou uns minutos a pensar, enquanto coçava a cabeça cheia de pêlos brancos com uma das patas. Depois sorriu e disse que havia uma maneira muito fácil de resolver o problema, bastava que ela só imaginasse coisas boas.
Nessa noite a menina fez o que o lobo lhe ensinou e imaginou que o tecto do quarto estava cheio de estrelas. Quando adormeceu sonhou que conseguia voar entre as estrelas e que se conseguia sentar na Lua.
No dia seguinte desceu as escadas a correr e quando entrou na cozinha encontrou o pai e a mãe de mão dada. A mãe tinha o cabelo muito comprido mas já não tocava no chão e ela ajudou-a a fazer torradas com doce. O pai vestia uma camisola de lã muito quentinha e ela aconchegou-se no seu colo enquanto comia. No caminho para a escola encontrou os amigos que a chamaram a sorrir e fizeram uma corrida para ver quem chegava primeiro.
O tempo passou e a menina cresceu até ser uma mulher e começou a imaginar menos coisas, porque todos sabem que os crescidos não conseguem imaginar tantas coisas como as crianças. Mas ela nunca se esqueceu do velho lobo e ainda hoje, quando vai deitar os filhos, abraça-os com carinho e contam juntos as estrelas no tecto do quarto.
Rui Bernardo
Era uma vez uma gotinha de água que tinha uma preocupação muito, muito, mas mesmo muito grande.
Esta gotinha vivia numa nuvem bem lá no céu alto. A gotinha gostava muito de lá viver. O ar era muito puro, estava muito perto do Sol quentinho e na nuvem viviam muitas gotinhas amigas. A ideia de sair da nuvem para vir até à terra era uma ideia que não agradava nada à nossa gotinha.
E sempre que o tempo ficava um pouco mais escuro a nuvem onde a nossa gotinha vivia parecia ganhar vida, ficava muito agitada e quase todas as gotinhas de água que lá viviam caiam em direcção à terra.
Isto era um problema muito grave para a gotinha de água. Que se segurava sempre muito bem para não cair. Então certo dia ela foi ao centro da nuvem falar com a mais velha de todas as gotinhas que teve a ideia de dizer à nossa gotinha que tentasse deixar-se cair com as outras gotas. Explicou-lhe que não deveria ter medo de experimentar cair do céu. Contou-lhe que cair do céu podia ser uma aventura fantástica. Podia conhecer o oceano de perto, podia tocar na água de um rio, ou podia sentir as folhas das árvores ou até mesmo os frutos. Cair do céu com todas as outras gotas era uma aventura, mas podia ser muito mais do que uma aventura. Ao cair na terra as gotinhas de água iam ajudar a terra, as plantas e os animais a crescer. Pois todos os seres da terra precisam de água para viver e crescer.
A gotinha nunca tinha pensado daquela forma e toda contente seguiu caminho a pensar na conversa da gotinha mais velha. No dia seguinte, depois de uma noite muito bem dormida e de ter sonhado com a terra e as plantas, com o mar, os rios e os oceanos, a gotinha apetecia-lhe muito experimentar cair na terra e fez uma promessa a si mesma: da próxima vez que chovesse ela não se agarraria com tanta força à nuvem e desde então deixou de ter medo.
Chegou assim um dia em que o tempo ficou mais escuro e a nuvem uma vez mais pareceu ganhar vida, ficou muito agitada e várias gotinhas começaram a cair. A nossa gotinha encheu-se de coragem, respirou fundo e juntamente com outras gotinhas deixou-se cair.
E depois sabem o que sucedeu?
A gotinha iniciou uma viagem grande. Assim que ficou mais perto da terra sentiu-se a tocar nas folhas de uma árvore muito grande e foi escorregando de folha em folha.
Era uma sensação muito boa.
De uma folha passou para cima de uma bolota, esta nossa gotinha de água estava em cima de um carvalho, e foi escorregando de bolota em bolota, e de folha em folha.
A gotinha estava a adorar a viagem mas só pensava que nunca mais tinha fim.
O fim chegou e não demorou muito. Da última folha a gotinha caiu em cima de uma flor linda que assim que sentiu a gotinha sorriu dizendo Obrigada.
Xana Bernardo
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Quem escreve um conto, acrescenta ...

Queremos lembrar que isto é apenas uma base para estruturarem a vossa história, podem acrescentar coisas e fazer pequenas alterações ao sabor da vossa imaginação. Para quem não tem jeito com as palavras e usa melhor a caneta para os rabiscos, força desenhem a vossa história que as nossas crianças tratarão da parte do texto.
Ponham mãos à obra e surpreendam-nos.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
O novo passatempo já chegou!
Digam lá...quem é que não gostaria de se tornar um escritor de histórias infantis? Quantos de vós não adoraria mergulhar por uns momentos no mundo fantástico e ilimitado do Era uma vez...?
Pois bem por considerarmos que é maravilhoso fazer-vos descer ao mundo dos mais pequenos e nutrir um pouco da criança que existe em cada um de vocês, apostámos que seriam capazes de todas as semanas criar uma história infantil jamais sonhada, escrita e lida. Não se assustem, pois todas as segundas feiras damos a base da história, dicas que podem ser preciosas para a elaboração da mesma. Ao longo da semana devem enviar as vossas magnificas criações para o e-mail da nossa escola, mas podem sempre deixar comentários sobre o passatempo e a vossa experiência criativa, mas sempre sem revelar a vossa história ou dar pistas, para não influenciar a imaginação alheia.
As histórias são avaliadas pela equipa educativa, tendo em conta os seguintes critérios: imaginação, criatividade, escolha de personagens, elaboração do enredo, construção narrativa e desfecho.
Assim, procurem inspiração e ponham mãos à obra em busca quiçá do próximo Prémio Nobel da Literatura. Bem não se entusiasmem demais pois o nosso prémio não corresponde a tais parâmetros. O "Escritor" com a melhor história da semana poderá vê-la publicada no nosso blog todas as sextas feiras e, no fim do passatempo, o autor com mais histórias publicadas verá a sua obra editada em "livro" ilustrado pelas nossas crianças e lido pelo próprio em todas as salas.
O que acham?
Amanhã lançaremos as nossas dicas e, excepcionalmente para que ganhem inspiração e confiança, alargamos a primeira ronda até à próxima semana.
Soltem a criança escritora que há em vós!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
O grande vencedor do nosso Passatempo!
Contagens feitas, descobrimos o grande vencedor do passatempo que acompanhou o nosso ano lectivo. Aquele que melhor decifrou as pistas e mais vezes acertou na pessoa de quem se falou… E essa pessoa foi:
A Xana Bernardo!!!!
Esta mãe foi uma participante activa com palpites acertados e por isso será presenteada com um livro especial, aquele que reflecte a pedagogia e os ideais da nossa escola… Educar para o Optimismo!
Além deste fantástico livro, não esquecemos as nossas promessas. Aqui está a fabulosa bicicleta que todos ansiavam ter… Parabéns Xana e boas voltinhas!












