segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

De quem se fala?

Ora depois de tanta folia é bem vinda alguma tranquilidade e acalmia, por isso a pessoa "de quem se fala" esta semana é sinónimo dessa serenidade. É uma mulher das químicas e uma verdadeira enciclopédia das canções infantis.

É em tantos momentos a luz ao fundo do túnel quando reina o desespero e o caos, todos gritam pelo seu nome e lá vem ela sempre naquela postura e com aquela voz tão harmoniosa e suave. Ao primeiro contacto é a timidez que impera, mas em poucos minutos contagia com alegria quem está ao seu lado. Mal se lança uma piada é o seu riso o primeiro a emergir e o último a se dissipar.

A pessoa "de quem se fala" é do tipo preocupada com tudo e todos, a tal ponto que aproveita as suas horas de almoço para se actualizar sobre as últimas notícias, do que se passa no pais ás informações internacionais.

Resta dizer que o seu hobby preferido é a leitura e a sua cor o Azul.

Façam as vossas apostas e quem fiquem mais perto de cortar a meta.

De quem se fala??

Em tão animada semana a pessoa "de quem se falou" só poderia ser...
a Teresa!!!

Que nesta altura anda super atarefada a arranjar uma máscara por dia para andar pela folia lá para os lados de Torres Vedras. Esta nossa Educadora é uma companhia e tanto sempre que o divertimento é garantido.


Parabéns ás mães: Nucha, João, SusyRuth, Claudia e São.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Carnaval

E por cá o Carnaval festeja-se da melhor maneira que sabemos... Com muita diversão, alegria e animação... afinal é tempo de folia e festejos! Ontem o dia foi maravilhoso, com um desfile pela Câmara Municipal de Lisboa que fez parar os transeuntes e que acabou com uma boa corrida e brincadeira no Jardim do Campo Grande.
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A população mais jovem da escola ficou por cá, com música e animação toda a manhã. Não nos admirámos por isso que, na hora da sesta, caíssem que nem pedras, de tão cansados que estavam. Entre Leões, Elmer's e Abelhas todos estavam um mimo.

Hoje o dia também não foi menos animado... Cada um com a sua máscara, exibindo os seus dotes artísticos, entre princesas e super-heróis, voltámos a brincar no Jardim dando asas à imaginação, interpretando personagens e rindo com toda a agitação que se vive nesta época...

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Hoje a festa continuou com as máscaras de casa, com novo desfile e uma festa no hall da escola com muita música e animação! Foi tempo de dar asas à magia do faz-de-conta… Como é bom brincar ao Carnaval!!!
 
 
 
Hoje também foi dia de entrarem na brincadeira os  adultos da escola (são piores do que as crianças)... e então era ver as crianças com o seu ar inquisidor a perguntar se éramos mesmo nós. Foram dois dias fantásticos, como manda a tradição. Mas não acaba por aqui, até terça-feira é tempo de brincar ao Carnaval! Divirtam-se que nós também!!!
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                 Beijinhos a todos e Bom Carnaval!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

É Carnaval!!!!


Pois é, o Carnaval está mesmo a chegar já pensaram nas vossas máscaras?

Por aqui já está tudo preparado para a folia da pequenada, dão-se os últimos retoques, ajustam-se alguns fatos e faz-se o último ensaio.

A programação promete pois na quinta-feira dos andares de cima irão descer pequenas mas arrebitadas abelhas, que trazem consigo Elmer's irreverentes e leões de grandes jubas. Junto do hall
cruzam-se os amigos do ambiente que entre e ecopontos e material reciclável dão as mãos por uma causa bem limpinha. Apressam-se os piratas que com ar de "rufias" vêm instalar a confusão e promover a barafunda, saem os polícias para instalar a ordem seguem-se os bombeiros e o médico para o auxílio, enquanto os repórteres e fotógrafos recolhem toda a informação para fazer a notícia. O "arraial" vai continuando pois a cantora não se cansa e as bailarinas mantém o ritmo. As floristas lançam rosas pelo ar, cabeleireira despacha o cabelo da professora e de braço dado com o construtor juntam-se aos foliões.
Na sexta-feira a animação continua com a variedade das máscaras que vêm de casa e que a cada chegada provocam o espanto e a admiração.

Apressem-se a arranjar as vossas máscaras que o Carnaval já está a chegar.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

De quem se fala?

Ora pois, no rol das personagens divertidas surge a pessoa "de quem se fala" esta semana. Esta personagem prima pela boa disposição e sentido de humor, aproveitando estas características para viver de forma intensa o Carnaval, pois ela já foi: Morango, Indiana, Bailarina, Wilma Flintstone, Mulher Prata, Ronald Macdonald, etc...


A pessoa "de quem se fala" é uma fã incondicional de cinema, sabendo sempre as últimas novidades da sétima arte, e de literatura, perdendo-se por um livro que lhe desperte os sentidos e alimente os sonhos. E por falar em sonhos...esta jovem sonha com o dia em que compra uma Nespresso e é o George Clooney que a leva a sua casa.

O seu dia começa em grande quando chega à sala e acolhe em apoteose os seus meninos a gritar pelo seu nome, é o momento que lhe rouba todos os sorrisos.

A pessoa " de quem se fala" é conhecida entre equipa pelo seu grau de exigência e procura de perfeccionismo, para consigo e com os outros. Tem um espírito crítico muito apurado e está sempre pronta a partilhar ideias e experiências.
A pessoa "de quem se fala" se não tivesse esta profissão seria Bióloga ou Publicitária.


Façam as vossas apostas e quem sabe a "volta a Portugal" seja o próximo passo.


A pessoa de quem se fala

A pessoa de quem se falou na semana passada foi:


Pois é a nossa Isabel é mesmo fã do famoso Tony Carreira e não deixa uma notícia por ler quanto toca a este cantor. Tem mesmo um jeitaço para a cozinha e já deu várias mãozinhas na nossa cozinha quando é necessário... E até em algumas salas, em dias de culinária, já foi vista de colher na mão a ajudar os pequenos cozinheiros.

A sua boa disposição e divertimento são contagiantes por isso se quiserem uma boa companhia para uma jantar e rir sem parar levem a nossa Isabelinha que não se vão arrepender... A sua simpatia é conhecida de todos e não admira por isso que tenha havido tantos vencedores: parabéns à Claudia, Xana, João e Nucha...

Não percam as cenas do próximo "post"...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Quem precisa (mesmo) de chucha?

Os bebés não gostam da chucha. É difícil de acreditar que um bebé nasça a gostar de ter na boca um objecto de borracha, frio e pouco maleável.

No mundo perfeito dos bebés a mama da mãe estaria sempre disponível e os bebés seriam felizes a dobrar: teriam comida ‘a la carte’ e afecto à discrição. Mas, no mundo ideal dos adultos, as mães não podem ser apenas uma mama gigante. Resta aos recém-nascidos contentarem-se com uma imitação.

O reflexo da sucção é algo inato e muitos bebés já chucham no dedo dentro na barriga da mãe. Cá fora, basta tocar-lhes na boca ou na bochecha para que, imediatamente, se transformem em ‘peixinhos dentro de água’, abrindo e fechando a boca em movimentos contínuos. À falta de melhor, os recém-nascidos começam a levar os dedos à boca, uma acção que, de início, pode revelar-se complicada para quem mal controla os movimentos das mãos. Por isso, a maior parte dos bebés aceita de bom grado quando os pais lhe oferecem a chupeta. Finalmente têm algo para satisfazer o seu reflexo instintivo. Os pais respiram de alívio porque, finalmente, vêem o seu filho quieto e calado.

Outros bebés, mais determinados, recusam a chucha enquanto podem. Mas os pais, também obstinados, experimentam todas as formas e feitios até acabarem por convencer os seus filhos de que precisam mesmo da chupeta. Isso mesmo testemunha Elisabete Santos, enfermeira especialista em saúde materna e formadora em aleitamento materno no Hospital Garcia de Orta. «A primeira vez que se dá uma chupeta ao bebé, ele cospe-a imediatamente, porque é algo que não lhe pertence. Mas os pais insistem e acaba por vencer o mais forte.»

HOSPITAIS LIVRES DE CHUCHAS

Na maternidade do Garcia de Orta, tal como em todos os Hospitais Amigos dos Bebés, não entram chuchas. Esta é uma das medidas indicadas pela OMS/UNICEF para que se considere que um hospital tem uma prática de protecção do aleitamento materno. Segundo vários estudos, os bebés que começam a usar chupeta logo à nascença têm tendência para mamar menos. Isto acontece porque a chupeta e a mama exigem modos de sucção diferentes. Assim, se um bebé se habitua a chuchar na chupeta pode atrapalhar-se quando tem a mama na boca e, por isso, não conseguir retirar o leite. Por outro lado, um bebé que está sempre com a chupeta na boca está tão entretido que pede mama menos vezes.

Apesar de no Garcia de Orta não existirem chupetas, muitos pais chegam à maternidade apetrechados com vários modelos. «Se os pais trouxerem uma chupeta, dizemos-lhes os possíveis efeitos da sua introdução precoce. Mas não proibimos. Ensinamos, aconselhamos e orientamos. Os pais, depois, tomam as suas decisões», conta Elisabete Santos, explicando que a maior parte dos pais entende e aceita o conselho dos enfermeiros. Pelo menos enquanto estão na maternidade. Em casa, não haverá pai ou mãe que resista à tentação de oferecer uma chucha ao bebé, na esperança de o sossegar. «A chupeta tranquiliza o bebé e, por isso, serve de tranquilizante para os pais. Numa fase de iniciação é a forma mais fácil de acalmar o bebé. Mas deve ser utilizada como último recurso», afirma. No Garcia de Orta, os enfermeiros ensinam os pais a interpretar os diferentes tipos de choro do bebé – fome, colo, frio ou calor, etc. – e a agir conforme a situação. A chucha, obviamente, não está indicada para resolver nenhum tipo de choro.

«A chupeta deve ser reservada para o vértice da pirâmide», escreve o pediatra Mário Cordeiro in ‘«O Grande Livro do Bebé» (A Esfera dos Livros). «Se um bebé chora porque lhe falta alguma coisa é errado tentar adiar ou colmatar a resolução do problema através da chupeta. Só servirá para fazer do bebé uma pessoa frustrada e derrotista», critica, provocando os pais que insistem no consolo de borracha: «Idealmente as chuchas deveriam ter em conta o interesse e o bem-estar dos bebés e não as conveniências dos pais. Se calhar quem deveria até ter uma chupeta eram os pais!»


CHUCHA OU DEDO, A ETERNA QUESTÃO

Apesar de não ser contra a chupeta, Berry Brazelton, guru da pediatria, prefere a solução «chuchar no dedo», por ser mais prática, tanto para os pais como para o bebé. «Alguns bebés precisam mesmo da chucha para sossegar. São crianças que não conseguem ou não gostam de chuchar no dedo. Mas isso seria preferível, já que o dedo está sempre a jeito! Muitos bebés necessitam de algo que os ajude a relaxar. Quando conseguem esse auto-conforto, tornam-se mais fáceis de criar», escreve n’«O Grande Livro da Criança» (Editorial Presença). Esta alternativa, segundo o pediatra, acaba também por facilitar a vida aos pais, já que não têm de estar sempre com a preocupação de colocar a chupeta na boca do bebé (principalmente durante a noite), uma vez que ele aprende a auto-consolar-se. «O polegar está sempre disponível», sublinha.

Opinião diferente tem Rosa Gouveia, presidente da secção de Pediatria do Desenvolvimento da Sociedade Portuguesa de Pediatria: «Quando os bebés não têm chupeta, chucham no dedo, o que é prejudicial para o desenvolvimento dos seus maxilares, levando a uma má oclusão dentária. Para além disso, é mais fácil usar a chucha só para dormir e, mais tarde, deixar a chucha, do que deixar o dedo».

Num ponto todos os especialistas parecem estar de acordo: bebés constantemente de chupeta na boca, à semelhança da Maggie Simpson, só devem mesmo existir em desenhos-animados. «As chuchas destinam-se aos períodos em que o bebé tem necessidade de chuchar e não para servir como “rolha” para abafar o barulho do choro. Portanto, quando o bebé está bem, calmo e tranquilo, não se deve dar a chupeta ou, se ele a tiver na boca dever-se-á retirá-la. A chupeta deve ser, realmente, o último recurso», afirma Mário Cordeiro.

Para Rosa Gouveia, a chupeta pode ser útil para o bebé «dormir e adquirir autonomia relativamente ao sono e em situações de irritabilidade». No entanto, a pediatra lembra que, «embora tenha vantagem para o bebé, pelo papel calmante de sucção, a chupeta não substitui o papel dos pais».
Mais crítica ainda, Elisabete Santos põe em causa a utilidade de algo que é «contra-natura» para o bebé. «Será mesmo que precisam da chucha?», questiona. E quando os pais lhe fazem a mesma pergunta, a resposta, em jeito de brincadeira, já está estudada: «Se os bebés precisassem mesmo de chucha, já nasciam com ela.» .

A favor:

. Reduz o risco de morte súbita. Vários estudos relacionaram o uso de chupeta para dormir com uma diminuição do risco de morte súbita nos bebés.
. Acalma. A chucha acalma o bebé nas situações em que os pais não podem responder imediatamente.
. Induz o sono. O movimento de sucção ajuda o bebé a adormecer mais rapidamente.

Contra:

. Favorece o aparecimento de otites. Estudos recentes demonstraram que as otites do ouvido médio são mais frequentes nos bebés que usam chupeta continuamente.
. Pode atrasar o desenvolvimento da linguagem. Um bebé que está sempre com a chucha na boca vocaliza e palra menos. A partir dos 12 meses, se a criança continua a ter sempre a chupeta na boca, poderá ter mais dificuldade na aquisição da linguagem.
. Provoca dependência. São bem conhecidos os dramas vividos por pais e crianças na altura de dizer adeus à chupeta.
. Pode provocar deformação dentária. O risco aumenta se o hábito se prolongar para além dos 2 anos.
. Interfere com a amamentação.

Truques para deixar a chupeta:

. Tente que a criança comece a usar a chupeta apenas para adormecer, reduzindo aos poucos a dependência.
. Comece a preparar psicologicamente a criança para o adeus à chucha. Diga-lhe que já está a ficar crescida e que, por isso, já não precisa. Evite frases do género: «Ainda usas chupeta, és mesmo bebé».
. Use a chupeta como moeda de troca para aquele brinquedo que o seu filho lhe anda a pedir.
. Aproveite as épocas festivas. O Natal ou a Páscoa são boas alturas para a criança se separar da chupeta, até porque andam mais entretidas com os preparativos da festa. Sugira-lhe que ofereça a chucha ao Pai Natal ou ao Coelho da Páscoa.
. Quando nasce outro bebé na família, sugira-lhe que dê a chupeta a esse bebé.
. Não deixe que mais ninguém, além dos pais, interfira no processo. Muita gente a dar palpites, só vai servir para a criança se sentir humilhada.
. Como último recurso, há pais que, discretamente, fazem um furo na chucha, deixando-a mole e difícil de chuchar. Quando a criança se queixar, diga-lhe que a chupeta se ‘estragou’.
. Não force. O adeus à chupeta é um processo natural e vai acontecer, mais tarde ou mais cedo.

in Revista Pais e Filhos