quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Ora pois a nossa Teresa

É verdade, verdadinha... A menina por detrás do nariz de pinóquio é a nossa Teresinha!!! Na verdade a Teresa nunca deixou de brincar ao Carnaval....


E tem ao lado dela sempre boas companhias!!!

Com o Carnaval a aproximar-se vamos lançar em poucos segundos mais um desafio!!!

Vamos brincar ao Carnaval?


Quem será a figura que se esconde por detrás desta máscara?

E é mesmo a nossa Xaninha!!!

Parabéns aos vencedores...


... que gosta muito de brincar ao Carnaval!

Já de seguida novo passatempo!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Vamos brincar ao Carnaval?

Esta semana vamos lançar um desafio no blog da escola. Quem será a figura que se esconde por detrás desta máscara? - será a pergunta feita ao longo deste mega passatempo. Esperamos que se divirtam:

Quem será a figura que se esconde por detrás desta máscara?

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A mamã dá licença?

O novo ano trouxe novas ideias e uma imensa vontade de estar mais próximo das necessidades dos nossos pais e técnicos.

Assim, no passado sábado um grupo de mães da creche juntou-se na escola para uma amena cavaqueira onde a partilha de ideias, a descontracção e a curiosidade foram palavras de ordem.






Faltaram as agulhas de tricot para completar o cenário acolhedor, entre o chá e os biscoitos, uma teia de ideias, conselhos e opiniões ganhou forma e manteve-se por três horas que pareceram voar.


Desde o acordo ortográfico, passando pelas birras e os avós, até à relação de casal houve palavras e gargalhadas para tudo.

Sentadas no chão e munidas de um espírito enriquecedor e aberto um tema foi surgindo atrás do outro, sem críticas, sem tabus e com muita muita sintonia e compreensão.

Agradeço com enorme respeito e orgulho o tempo que disponibilizaram para cada uma de vós e para todas, para ficarmos um pouco mais crescidas e
consolidarmos os nossos laços construindo uma rede de apoio mais solida.

Por mim uma experiência a repetir...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Aviso Urgente


Avisamos todos os Pais que no dia 8 de fevereiro, quarta-feira, por falta de abastecimento de água na nossa zona, somos forçados a encerrar as nossas instalações.
Pedimos que venham buscar todas as crianças até às 13h00, sem falta.

Obrigada

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Família tem mais poder que os amigos no bem-estar e auto-estima dos jovens

A sensação de bem-estar e auto-estima dos jovens depende mais das relações familiares do que das ligações entre colegas, que só ocupam o lugar da família quando esta se ausenta, segundo um estudo de investigadores portugueses.


Afinal qual é a importância da família e dos amigos na auto-estima dos adolescentes? Para conseguir responder a esta questão, a equipa do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) inquiriu 900 alunos do 7º, 9º e 11ª ano. No final, percebeu que a família tem mais impacto.

“Há uma convicção, mais ou menos generalizada, de que durante a adolescência o grupo de pares acaba por substituir um pouco a família. Mas o que estes dados acabam por mostrar é que isso não é exactamente assim. No que toca ao sentimento de bem-estar, a família continua a ter um papel mais importante do que o grupo”, contou à agência Lusa o coordenador do estudo, Francisco Peixoto.

O facto de sentirem que a “família os aceita tal como são, que os apoia quando precisam, nomeadamente em termos efetivos, e que simultaneamente lhes dá autonomia para poderem crescer e desenvolver-se, faz com que sintam que são pessoas que têm valor”, sublinhou o professor do ISPA.

Francisco Peixote sublinha que o facto de a família dar "um contributo maior para a auto-estima que a relação com os colegas” não significa que o grupo de amigos não é importante.

Os amigos são importantes mas, em muitos casos, não conseguem substituir a família: “contrariamente aquilo que se faz passar, de que o grupo acaba por preencher o espaço da família, isso não é completamente verdade. Depende das circunstâncias”, disse o investigador.

“Os pares acabam por ocupar o espaço, quando a família deixa esse espaço vazio. Se a família cuidar dos filhos que tem continuará a ter esse papel importante, de o jovem se sentir bem com ele próprio”, alertou.

Sobre as características “ideais” da família, Francisco Peixoto sublinha que “não há um manual de boas práticas”, lembrando apenas que na base deve estar a “aceitação” dos filhos tal como eles são.

“A questão fundamental é a da aceitação. A ideia de que os pais forçam os filhos a ser aquilo que eles quereriam ter sido, isso não contribui obviamente para uma boa prática familiar, porque o que vai acontecer é que o adolescente é rejeitado pela família, porque a família quereria ter outro que não aquele que está ali à frente”, lembrou.

O estudo será apresentado quinta-feira no ISPA durante a conferência “A construção do auto-conceito e da auto-estima na adolescência”.

Publico