Durante os meses de Verão temos brincado muito e realizando muitas actividades bem diferentes e divertidas:
"Diz-me e eu esquecerei. Ensina-me e eu lembrar-me-ei. Envolve-me e eu aprenderei!"
terça-feira, 14 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Alunos que fazem mais exercício físico têm melhores resultados escolares

Os alunos que fazem exercício físico têm melhores resultados escolares, conclui uma investigação junto de três mil alunos realizada, ao longo de cinco anos, por uma equipa de investigadores da Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade Técnica de Lisboa (FMH/UTL).
Os jovens com aptidão cardio-respiratória saudável tiveram um maior somatório das classificações a Português, Matemática, Ciências e Inglês.
Mais auto-estima
A explicação para este efeito foi já estudada noutras investigações: "o exercício promove a formação de novos neurónios e uma maior interacção entre neurónios, que, por sua vez, promovem maior sensibilidade e desenvolvimento cognitivo".Mas não só. É sabido que a adolescência é uma idade turbulenta, tendencialmente acompanhada pela diminuição de indicadores ligados à qualidade de vida, refere o investigador. O que este estudo também permitiu concluir é que, aumentando a actividade física, cerca de uma média de duas horas por semana, melhoraram indicadores como "a auto-estima, afectos positivos, competência, autonomia, relacionamentos positivos e boas motivações". Pelo contrário, constata-se que os rapazes e as raparigas que fizeram menos exercício desceram nestes indicadores.Além da produção de resultados estatísticos, o Programa Pessoa esteve no terreno para tentar mudar comportamentos em termos de exercício físico e nutrição, dando acções de formação a professores das várias disciplinas, e produzindo quatro manuais. Nos alunos que revelam maior apetência para a prática desportiva, "um dos objectivos do programa foi criar uma porta de entrada à maior participação desportiva".Luís Sardinha afirma que "nos jovens há uma luta muito grande entre comportamentos sedentários, associados às tecnologias, e exercício físico" e, defende Sardinha, nesta faixa etária, "temos que mudar o discurso". "Nos jovens, a mensagem assente nos benefícios que o exercício traz à saúde não é eficaz", diz, "estão numa idade em que pensam que são super-homens e não têm capacidade para se colocarem na linha de vida aos 40 anos". O investigador sabe que apelar a estes jovens não tem o efeito desejado.O investigador sublinha que o que é importante é que os jovens "identifiquem o retorno que o exercício lhes traz com situações do dia-a-dia: têm de perceber que [se fizerem exercício] dormem melhor, interagem com mais confiança com o namorado ou a namorada, podem ter melhores notas, relacionam-se mais positivamente com os colegas e os pais".Se o exercício físico se revela tão importante para os alunos, como é que Carlos Neto comenta a redução da carga horária da Educação Física e a nota da disciplina no final do secundário deixar de contar para todos os alunos? "Um corpo sedentário a par de um currículo escolar apenas centrado nas aprendizagens socialmente úteis (corpos sentados) será um caminho problemático no aumento do "analfabetismo e iliteracia motora" dos cidadãos", responde, acrescentando que "as posições assumidas pelo MEC [são] paradoxais e incompreensíveis".O ideal seria que, ao terminarem o 12.º ano, estes alunos fossem "consumidores educados do exercício físico", isto porque "está identificado que este é o período de maior abandono da actividade física, por ser uma altura que os jovens adultos adoptam novas rotinas, quer arranjando emprego ou indo para a universidade. Este é um período crítico para o reconhecimento do valor do exercício físico", conclui Sardinha.O Ministério da Educação e Ciência rejeita que exista uma redução efectiva das horas da disciplina, lembrando que cabe às escolas tomar essa decisão. Quanto ao secundário, a nota contará apenas para os estudantes que queiram. Portanto, "não existe assim qualquer desvalorização da disciplina", informa.
Dormir nove horas
Os alunos que dormem menos de oito horas por noite têm maior risco de serem pré-obesos ou obesos, conclui o estudo, confirmando assim uma relação já identificada em estudos anteriores. O tempo ideal de sono nas idades estudadas (dos 13 aos 15 anos) é de mais de nove horas, diz o coordenador do Programa Pessoa, Luís Sardinha."Os miúdos que dormem menos têm um Índice de Massa Corporal superior. Dormir oito ou mais horas por noite reflecte-se também num maior aproveitamento académico", aponta. Os alunos que dormiam um mínimo de oito horas por noite tiveram melhores classificações a Matemática e Língua Portuguesa, revelam os resultados.
09.08.2012 - 21:15 Por Bárbara Wong, Catarina Gomes Público
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Hoje é dia dos avós
segunda-feira, 23 de julho de 2012
34º Congresso do MEM
Estivemos no 34º Congresso do Movimento da Escola Moderna, em Almada e foi num ambiente de grande reflexão e aprendizagem que sentimos que crescemos mais um pouco, enquanto pessoas e profissionais.
Este ano a Diese fez-se representar, pela Marta, pela Mariana e pela Xana. Ai... e como saímos de lá mais cheias... cheias de inspiração, ideias, reflexões, pensamentos e amizade!!!
Um dos grandes momentos deste Congresso foi o lançamento do livro do Sérgio... são anos e anos de escrita agora reunidos num único livro cuja leitura é obrigatória. Este homem é simplesmente brilhante e nós pudemos beber de cada palavra, de cada frase, de cada bocadinho do seu discurso. Todos deviam ouvir o Sérgio Niza!
«Ou a nossa escola é, por aspiração, por esforço, uma construção permanentemente ética e democrática, ou não teremos nunca uma democracia. É este o caminho que perseguimos: caminho duro, perturbante para muitos. Por isso muitos desistem, porque não querem ter tanto trabalho com uma profissão que é tão dura, tão violenta. Para nós, ética, pedagogia e democracia são exatamente a mesma coisa. Daí esta exigência que nos impomos.»
E no final ainda podermos ser inspirados pela magnífica exposição é, sem dúvida maravilhoso. Cada congresso do MEM é uma lufada de ar fresco no panorama da Educação em Portugal.
as fotos são do Luís Rui - o professor /fotografo do MEM
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
Programa "Eu estou aqui"
Acabaram-se as angústias das férias, que geralmente se aguçam nos dias de praia: "Ai se ele se perde. A PSP desenvolveu um programa fantástico para a segurança das crianças.

Esta é uma ideia 100% nacional, da Polícia de Segurança Pública. Uma pulseira de segurança infantil, com um número de identificação. Os pais registam o número com os seus dados de contacto de forma confidencial no site e, se a criança se perder, basta a quem a encontre que ligue para o 112, indicando o número da pulseira. Em menos de nada, a PSP contacta os pais da criança, evitando que haja um tempo angustiante de espera até que uns e outros estejam juntos outra vez.
Vale a pena saber mais... aqui: estouaqui.mai.gov.pt
Vale a pena saber mais... aqui: estouaqui.mai.gov.pt
terça-feira, 3 de julho de 2012
Mais uma para adivinhar...
Depois do filme Amelie com a Sala da Carmo, viajamos agora ao passado.
De que performance se trata?
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