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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Seres do outro mundo

Esta semana fomos invadidos por seres de outro mundo! A partir de duas brilhantes histórias "Leonardo o monstro terrível" e "Os extraterrestes são doidos por cuecas" demos asas à imaginação e criámos monstros e extraterrestres originais e amistosos. Aqui ficam alguns deles...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Quem escreve um conto, acrescenta ...

O Sem História!

Depois de um século de histórias
Tenham sido boas ou más
Veio um outro século irmão
Onde histórias não terás!
Na verdade este século
Foi chamado de Sem Historia
Pois nele ainda não encontraram
Nem desgraça nem glória
O Sem História brinca ao tempo
Com o seu Relógio 100 Horas
Seu amigo o tempo todo
Um amigo sem demoras
Passe o tempo a correr
Passe o tempo devagar
A estes amigos isso não importa
Pois não há horas para contar.
O Sem História conta o tempo
De uma forma mais natural
4 Estações faz um ano
… é só mais um ano, afinal.
Mas certo dia o Sem História
Já no fim dos seus dias
Reparou num movimento
Que tu mesmo querendo não o vias.
Lá em baixo num reino
De uma terra distante
Passeava um quadrúpede e um cavaleiro
Tão triste e tão errante
Pobre cavaleiro que andas tu a fazer?
Pergunta o Sem História, sem tempo a perder.
Sou um triste cavaleiro
A quem a ganância tirou
Todo o bem deste mundo
E um vazio deixou
Lutei contra monstros e dragões
Fui cavaleiro valente
Derrubei Impérios e Batalhões
E como eu andava contente!
Mas num século em que tudo aconteceu
Não tive tempo para tudo ganhar
O meu cavalo, esse se perdeu
E nem as amizades consegui preservar.
E tu estranho animal!
Porque andas cabisbaixo?
A ti te vou contar,
Para tu outros ensinares,
Que não é bom tudo querer
Pois tudo se pode perder.
Quis eu lindas riscas em ouro
Pois as pretas não chegavam
Mas a ganância foi tanta
Que agora sou uma simples zebra branca.
Que levas ai no dorso?
Que trapo velho e rasgado!
Levo nossa tenda,
Velha!? Sim, e sem estacas
Mas é nosso abrigo
Quando o frio nos ataca.
Que tristes são as vossas histórias!
Como poderei eu ajudar?
Sou um Século que nem boas nem más,
Não tenho histórias para contar.
Mas se vocês assim quiserem
Uma ajuda vos posso dar.
No meu último dia de Século
Um arco-íris vai aparecer
E ao fundo dele um tesouro,
Vão vocês lá ver.
De tesouros no fartámos,
Não é isso que nos vai ajudar.
Queremos a pureza de ser
E de ter quem nos sabe amar.
Chegou o meu último dia!
Eu estou quase a acabar
Tenho de dar a outro Século
Este novo tempo, que já não é meu lugar
Vão amigos!
Vão ao fundo do arco-íris
Lá vos espera um grande tesouro
Não há ganância que o vença
Pois este vale mais que ouro.
A Zebra e o Cavaleiro
Partiram então para a sua viagem
A procura dessa ultima esperança
Nem que ela fosse uma miragem
Viram então um arco-íris
No seu eterno esplendor
Sete cores iluminadas
Com a luz do amor.
No fim do arco-íris
Estava o pote do Tesouro
Tal com disse o Sem História
Sem uma moeda de ouro
Quando lá chegaram
Perceberam finalmente
Que o que o Sem História lá deixou
Foi o maior presente.
A Amizade e o Amor!
Vitória, Vitória
Que venha um Século Sem História!


Parabéns à mãe Petra Barros que pela originalidade ganhou o passatempo esta semana!!! Não tarda nada chegarão mais pistas.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Histórias

Na nossa escola adoramos contar histórias... sim também é verdade que adoramos ouvir! Por isso, de vez em quando, juntamos todas as salas e uma das educadoras conta uma história a todas as outras bem, como (à parte mais interessada) a todas as crianças.

Desta vez calhou-me a mim... com a ajuda da tia Lena (que fez os desenhos) preparámos a história "A que sabe a Lua?" para lhes contar numa tarde de contos fantástica.

Juntámo-nos todos no hall de entrada e com muita atenção eles escutaram a história que foi crescendo na parede da nossa escola.

Mais tarde cada sala trabalhou a história de uma forma: alguns meninos também quiseram imaginar a que sabe a lua, outros preferiram desenhar os animais, houve quem fizesse rimas e alguns ainda construíram animais em 3D. A exposição esteve por uns dias em exibição no hall da nossa escola. Os pais que por lá passaram, gostaram?


Agora já só esperamos por outras histórias de encantar...

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Quem escreve um conto, acrescenta ...

Para apelar de forma mais intensa ao dom criativo da escrita esta semana decidimos deixar-vos somente os elementos pertencentes à história. Esperamos assim motivar-vos e contar com mais participações. Vá lá soltem-se e deixei emergir o escritor que há em cada um de vós e mostrem-nos o que conseguem fazer com:
  • Uma abóbora
  • Um anão
  • Uma bruxa
  • Há muito, muito tempo...
  • Num Castelo
  • Um feitiço
  • Um berimbau
Deixem-se levar pelas inspirações e coloquem no papel uma história do além!

Boa Sorte

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Quem escreve um conto, acrescenta ...

Temos de confessar que esta primeira ronda nos deixou...surpreendidos e desmotivados, pois face a tantos pedidos e a tanto entusiasmo não conseguimos encontrar uma justificação para a falta de participantes neste nosso passatempo.

Afinal pais, tiveram medo? A inspiração não apareceu? A chuva tomou muito do vosso tempo? Ou afinal o passatempo apresentou-se mais difícil que o esperado e perderam o interesse?

Contudo houve dois participantes corajosos que arriscaram e nos revelaram a sua veia de escritores e nos deliciaram com duas histórias fantásticas. Por considerarmos que aqueles que arriscam e investem merecem sempre um reforço e valorização, esta semana ambas as histórias saem vencedoras e ganham mais espaço no ranking do passatempo.

Aqueles que pelas mais diversas razões não puderam participar contamos com as vossas palavras na próxima semana. Até lá deliciem-se...

Era uma vez uma menina que tinha uma imaginação muito, muito, mas mesmo muito grande. E sempre que imaginava uma coisa tudo em que pensava parecia ganhar vida. Ela via a mãe sempre vestida como um rainha, com cabelos dourados que chegavam ao chão e com a uma coroa que brilhava mais do que o Sol. O pai parecia um valente cavaleiro que usava uma armadura de prata toda fechada e que fazia muito barulho quando andava.

Isto era um problema muito grave para a menina, que todos os dias tropeçava nos cabelos da mãe e que tinha muitas saudades dos beijos do pai e da comichão que o bigode dele lhe fazia na cara. Mas o pior eram os monstros que a seguiam no caminho para a escola. Em vez dos colegas a correr de mochila às costas, a menina só via os monstros com que sonhava à noite.

Então um certo dia a menina decidiu ir ao médico para ver se ele a conseguia ajudar. Quando entrou viu um lobo muito velhinho que usava uma bata branca e tinha uns óculos sobre o nariz. O lobo disse para ela não se assustar e explicou-lhe que era um lobo médico e que ajudava as crianças. A menina explicou-lhe o seu problema e o lobo ficou uns minutos a pensar, enquanto coçava a cabeça cheia de pêlos brancos com uma das patas. Depois sorriu e disse que havia uma maneira muito fácil de resolver o problema, bastava que ela só imaginasse coisas boas.

Nessa noite a menina fez o que o lobo lhe ensinou e imaginou que o tecto do quarto estava cheio de estrelas. Quando adormeceu sonhou que conseguia voar entre as estrelas e que se conseguia sentar na Lua.

No dia seguinte desceu as escadas a correr e quando entrou na cozinha encontrou o pai e a mãe de mão dada. A mãe tinha o cabelo muito comprido mas já não tocava no chão e ela ajudou-a a fazer torradas com doce. O pai vestia uma camisola de lã muito quentinha e ela aconchegou-se no seu colo enquanto comia. No caminho para a escola encontrou os amigos que a chamaram a sorrir e fizeram uma corrida para ver quem chegava primeiro.

O tempo passou e a menina cresceu até ser uma mulher e começou a imaginar menos coisas, porque todos sabem que os crescidos não conseguem imaginar tantas coisas como as crianças. Mas ela nunca se esqueceu do velho lobo e ainda hoje, quando vai deitar os filhos, abraça-os com carinho e contam juntos as estrelas no tecto do quarto.


Rui Bernardo


Era uma vez uma gotinha de água que tinha uma preocupação muito, muito, mas mesmo muito grande.

Esta gotinha vivia numa nuvem bem lá no céu alto. A gotinha gostava muito de lá viver. O ar era muito puro, estava muito perto do Sol quentinho e na nuvem viviam muitas gotinhas amigas. A ideia de sair da nuvem para vir até à terra era uma ideia que não agradava nada à nossa gotinha.

E sempre que o tempo ficava um pouco mais escuro a nuvem onde a nossa gotinha vivia parecia ganhar vida, ficava muito agitada e quase todas as gotinhas de água que lá viviam caiam em direcção à terra.

Isto era um problema muito grave para a gotinha de água. Que se segurava sempre muito bem para não cair. Então certo dia ela foi ao centro da nuvem falar com a mais velha de todas as gotinhas que teve a ideia de dizer à nossa gotinha que tentasse deixar-se cair com as outras gotas. Explicou-lhe que não deveria ter medo de experimentar cair do céu. Contou-lhe que cair do céu podia ser uma aventura fantástica. Podia conhecer o oceano de perto, podia tocar na água de um rio, ou podia sentir as folhas das árvores ou até mesmo os frutos. Cair do céu com todas as outras gotas era uma aventura, mas podia ser muito mais do que uma aventura. Ao cair na terra as gotinhas de água iam ajudar a terra, as plantas e os animais a crescer. Pois todos os seres da terra precisam de água para viver e crescer.

A gotinha nunca tinha pensado daquela forma e toda contente seguiu caminho a pensar na conversa da gotinha mais velha. No dia seguinte, depois de uma noite muito bem dormida e de ter sonhado com a terra e as plantas, com o mar, os rios e os oceanos, a gotinha apetecia-lhe muito experimentar cair na terra e fez uma promessa a si mesma: da próxima vez que chovesse ela não se agarraria com tanta força à nuvem e desde então deixou de ter medo.

Chegou assim um dia em que o tempo ficou mais escuro e a nuvem uma vez mais pareceu ganhar vida, ficou muito agitada e várias gotinhas começaram a cair. A nossa gotinha encheu-se de coragem, respirou fundo e juntamente com outras gotinhas deixou-se cair.

E depois sabem o que sucedeu?

A gotinha iniciou uma viagem grande. Assim que ficou mais perto da terra sentiu-se a tocar nas folhas de uma árvore muito grande e foi escorregando de folha em folha.

Era uma sensação muito boa.

De uma folha passou para cima de uma bolota, esta nossa gotinha de água estava em cima de um carvalho, e foi escorregando de bolota em bolota, e de folha em folha.

A gotinha estava a adorar a viagem mas só pensava que nunca mais tinha fim.

O fim chegou e não demorou muito. Da última folha a gotinha caiu em cima de uma flor linda que assim que sentiu a gotinha sorriu dizendo Obrigada.


Xana Bernardo

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Amigos surpresa

Cá na escola durante este mês de Dezembro anda tudo mais risonho, bem disposto, divertido, animado, etc. etc. etc... É que durante todo o mês de Dezembro andamos a brincar aos amigos surpresa. Cada pessoa tirou um papelinho com o nome da pessoa que iria ser sua amiga secreta. Depois cada um trouxe uma caixinha decorada para que possamos ir deixando pequenas lembranças, brincadeiras, surpresas, cartas, e um pouquinho de magia ao longo deste mês. Tudo termina com um grande jantar onde a "família" Piloto Diese se junta para comemorar esta época natalícia e ao mesmo tempo se diverte entre amigos, revelando com quem andou a brincar! Cá pela escola o cenário é assim:


P.S - Achei que era uma boa história para partilhar!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Biblioteca escolar

Sabiam que na nossa escola temos um lugar secreto e especial onde está a nossa querida biblioteca? Pois é, a nossa biblioteca é mesmo um lugar especial para nós. Tem muitos livros que podemos consultar, ver, ler e explorar... Tem cadeiras e mesinhas onde podemos relaxar na companhia dos amigos e de bons livros!!! E dentro dos livros milhares de personagens rodeadas de mundos fantásticos vão surgindo envolvendo-nos e criando em nós um gosto especial pela leitura.