
"Diz-me e eu esquecerei. Ensina-me e eu lembrar-me-ei. Envolve-me e eu aprenderei!"
quarta-feira, 11 de maio de 2016
A importância da sopa!

quarta-feira, 27 de abril de 2016
Campanha de solidariedade
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Dia Mundial da Alimentação
"Primeiro estudo nacional mostra que a obesidade atinge já um terço dos meninos em idade pré-escolar. Uma maior prevalência que nos adolescentes.
Em Portugal, 29% das crianças entre os dois e os cinco anos têm excesso de peso. E 12,5% são obesas. É a conclusão do estudo da Plataforma Contra a Obesidade, que hoje será apresentado no âmbito do Dia Mundial da Alimentação, e que, compara este grupo etário ao dos adolescentes (11 a15 anos). Demonstra que os mais novos estão mais gordos e que a dieta tem de começar logo no berço.
O Estudo de Prevalência da Obesidade Infantil e dos Adolescentes em Portugal Continental é o primeiro a ser realizado a nível nacional para estimar a prevalência do excesso de peso (pré-obesidade) e da obesidade em crianças e adolescentes. E confirma uma tendência que os especialistas têm constatado na prática clínica: os problemas de obesidade começam com crianças cada vez mais novas. O que significa que, se não forem tomadas medidas, teremos, no futuro, jovens e adultos muito mais obesos, sublinha João Breda, coordenador da Plataforma Contra a Obesidade (PCO).
A prevalência de crianças obesas dos 2 aos 5 anos é de 12,5%, mais 1,2% que no grupo dos 11 aos 15 anos. E a pré-obesidade afecta 29% deste grupo, mais 0,8% do que entre os adolescentes. E, neste último segmento, as prevalências diminuem com a idade. Em ambos os grupos, as raparigas revelam maiores problemas de gordura que os rapazes.
Há praticamente uma criança com excesso de peso em cada três no nosso País, quando a média europeia é de uma em cinco.
Isabel do Carmo, presidente do conselho científico da PCO, refere que as prevalências de obesidade infantil em Portugal são semelhantes às verificadas em Itália, Grécia e Espanha. Precisamente, os países onde se elogia a chamada dieta mediterrânica.
"Pode parecer um paradoxo, mas uma coisa é o que as pessoas comem no prato e outra é o que comem fora do prato", sublinha Isabel do Carmo. O problema mais grave são os erros alimentares que se cometem entre as refeições.
O estudo foi realizado em Portugal Continental e encontram-se mais diferenças entre sexos do que entre as regiões. Há mais adolescentes obesas no Sul do país, enquanto que a prevalência é maior entre os rapazes que residem no Norte. Em relação aos mais novos, não é feita uma diferenciação de género, sendo que as maiores taxas registam-se no Norte e no Algarve.
Tal como nas crianças, referem os autores do estudo, coordenado por A. Galvão-Teles, a escolaridade dos pais parece "condicionar mais a prevalência de excesso de peso e de obesidade nas raparigas ". Além disso, os adolescentes cujos pais têm menos que nove anos de escolaridade tendem a apresentar as percentagens mais elevadas quer de excesso de peso, quer de obesidade.
No caso das crianças entre os 2 e os 5 anos, são sobretudo as que têm pais com menos de seis anos de ensino que apresentam maiores índices de obesidade.
"A educação alimentar deve começar desde cedo e a partir do momento em que a criança tem a sua diversidade alimentar completa", defende Rodrigues Abreu, um dos autores do "Grande Livro da Alimentação Infantil ". O principal obstáculo que encontra é "a vida ocupada dos pais, tornando-se difícil pensar e antecipar as escolhas alimentares". Isto porque "a disponibilidade de alimentos é muito maior actualmente e torna-se imperativo saber escolher".
Os dados do estudo da PCO serão tratados no âmbito da tese de doutoramento de Ana Miranda e de mestrado de Inês Santos. Incide sobre uma amostra de 2560 adolescentes e 2243 crianças entre os dois e os cinco anos. Os critérios para medir a obesidade são os norte-americanos, do Center for Disease Control and Prevention, e que definem os níveis de crescimento médio das crianças."
in Diário de Notícias
Quanto a nós só nos resta acrescentar: uma alimentação saudável faz uma criança saudável! Vamos todos ter atenção e mais cuidado em relação à alimentação e seus excessos.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Pequeno-almoço: uma refeição importante

Não é preciso muito tempo. Basta deixar algumas coisas preparadas de véspera e que todos se deitem a horas. Esolher bem os alimentos também é essencial. Lembre-se que ainda recentemente a DECO voltou a alertar para o excesso de açúcar que contêm os cereais especialmente criados para as crianças.
Na edição de Outubro da Proteste, pode ler-se que foi identificado demasiado açúcar nos 171 cereais de pequeno-almoço analisados, à venda em 31 países, incluindo Portugal. Por isso, a DECO recomenda que os pais estejam mais atentos à quantidade de açúcar que oferecem aos filhos logo pela manhã: «Os cereais açucaradoos não devem ser a regra ao pequeno-almoço, mas a excepção. O pão, em especial o integral, é uma fonte mais saudável de cereais». A nutricionista Paula Veloso aconselha os pais a escolherem cereais e bolachas com pouco açúcar e pouca gordura e ricos em fibras.
Compor um pequeno-almoço saudável e torná-lo uma rotina
Um pequeno-almoço completo deve ter alimentos dos seguintes grupos:
A ementa deve ir variando. Por isso, peça ao seu filho que crie menus, escolhendo um alimento de cada grupo ou, pelo menos, de três dos grupos apresentados. Registe os menus e fixe esse registo no início da semana no frigorífico.
Assim, o seu filho sentirá que o pequeno-almoço foi uma escolha dele. Será mais difícil que diga que não lhe apetece ou que não tem fome. Se ele tem dificuldade em comer de manhã, reduza um pouco as quantidades, mas faça do pequeno-almoço em família, à mesa, uma rotina.
Não se esqueça de ter na despensa e no frigorífico todos os ingredientes necessários a um pequeno-almoço completo. Caso contrário, o registo de menus perde eficácia.
Exemplos:
Por que é que o seu filho não pode sair de casa sem pequeno-almoço? Damos-lhe seis razões:
Fonte: «Dieta sem castigo», de Paula Veloso, Porto Editora.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
10 Passos para tentar dar comida

1. O lugar das refeições é na cozinha ou na sala de jantar;
2. Rigidez também com o horário. Não comeu à hora certa, terá que esperar pela próxima refeição. Uma sugestão é servir às 7 horas o pequeno-almoço, às 10 o lanche matinal, às 12h30 o almoço, às 16 horas o lanche e às 19 o jantar. Não deixe intervalos longos entre as refeições para que ele não ataque nos doces;
3. Organize um cardápio variado, as crianças detestam a monotonia do arroz, feijão, bife e batatas todos os dias;
4. Siga a quantidade certa para a idade do seu filho. Não adianta fazer um prato enorme quando ele só consegue comer metade;
5. Jamais insista para que ele coma só mais uma colherada. É bom que ele aprenda a parar quando estiver saciado. Quem ingere mais do que necessita desenvolve tendência à obesidade;
6. Sem aviãozinho, livrinhos, TV ou brincadeiras na hora da refeição. O seu filho precisa prestar atenção ao que está a ingerir para que o acto não se torne mecânico;
7. Em hipótese alguma substitua parte da refeição ou toda ela simplesmente porque o seu filho não quer um determinado alimento. Assim como os adultos, os pequenos também têm preferências. O mais importante é manter uma dieta equilibrada na média;
8. Chantagem não vale. Nunca diga: "Se comeres brócolos, a mãe dá sobremesa". Além de oferecer munição para ser manipulada, está a reforçar a ideia de que brócolos é horrível e só vale a pena comer se houver uma boa recompensa;
9. Não esconda a verdura debaixo do arroz com feijão. Uma relação verdadeira constrói-se também na hora da refeição;Se o seu pequeno se magoou, não lhe dê comida como forma de compensação. É meio caminho andado para gerar adultos com problemas com a balança, porque aprenderam a afogar as mágoas no alimento;
